Muitos ainda não perceberam, mas estamos vivenciado mudanças substanciais no nosso sistema econômico. Para perceber e compreender os novos caminhos e oportunidades presentes nelas, é preciso entender como nossa economia se convergem em três pontos prevalecentes: O Comércio, Agricultura Familiar e Educação. Com o enfraquecimento da produção industrial, nossa economia já não depende mais desse setor.

O COMÉRCIO É O CARA

Loja Americana, centro de Coelho Neto

A crise econômica não é mais novidade para ninguém, não é mesmo? Mas, como podemos explicar a chegada da Loja Americanas em um mercado em crise como o nosso? A resposta para essa pergunta é simples: ela quer ser parte no setor da economia que mais cresce por aqui, o comércio.

Comércio é toda atividade econômica da venda de um bem ou um serviço para o consumidor final, ou seja, uma transação entre um vendedor e um comprador. De acordo com a CNC (Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismos), as vendas no varejo cresceram em 2018 e tendem a continuar em alta em 2019. A previsão de crescimento tem uma projeção de alta de até 5,6% este ano.

Hoje, o crescimento do nosso comércio já sustenta quase que sozinho o aquecimento de outras áreas da economia. A construção civil, alimentação, hotelaria e serviços, são algumas das mais beneficiadas.

Nesse novo caminho que faz girar a economia, inúmeras são as oportunidades que surgem. O nosso comércio ainda possui áreas com baixa eficiência, e vários negócios que nem mesmo ainda existem por aqui. Há muito no que se investir em Coelho Neto.

ESTABILIDADE TRAZ MOTIVAÇÃO

Prefeitura anuncia pagamento em dias – 4.6 milhões injetado em nossa economia

Assim como os demais setores da economia, o comércio também necessita ter confiança nos governos. O planejamento feito pelo comércio para a compra e venda de mercadorias, não flui em cidades onde as prefeituras e o estado não pagam suas contas regularmente. Quanto a isso, desfrutamos de um ambiente econômico e político totalmente confiante e estável.

Ainda que em menor volume de recursos do que quando a industria participava com força na economia, nosso Comércio pode contar com vendas e o recebimentos oriundos dos pagamentos do setor público, principalmente com os pagamentos da Prefeitura Municipal.

O PESO DA AGRICULTURA FAMILIAR

Colheita de Milho – Avicultura – Agricultura Familiar

Os números obtidos através do Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento são impressionantes. A prova disso é que o setor produz cerca de 80% dos alimentos que chegam à mesa da população brasileira, como o leite (58%), a mandioca (83%) e o feijão (70%), representa 84% de todas as propriedades rurais e emprega, pelo menos, cinco milhões de famílias. Além disso, é responsável pela renda de 40% da população economicamente ativa do país.

Com o incentivo e suporte técnico da Secretaria Municipal de Agricultura de Coelho Neto, a nossa agricultura familiar tem recebido vasto investimentos nas áreas da piscicultura, suinocultura e agricultura irrigada. O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), tem fomentado como nunca a nossa agricultura familiar na região.

As famílias que fazem parte do programa PNAE, abastecem nossas escolas. Com o tempo, essas famílias aumentam suas rendas e conhecimento, ganhando confiança para aumentar suas produções e atender o mercado local.

O aumento da produção na agricultura familiar faz com que mais dinheiro circule na economia do município, e o que é melhor, criando distribuição de renda no campo.

EDUCAÇÃO É UM POÇO DE OPORTUNIDADES

Alunos do IFMA Coelho Neto

UEMA, IFMA, IEMA, Faculdades e Institutos privados polarizam a Educação Técnica e Superior da nossa região. Há um crescente número de alunos e professores de fora da cidade consumindo serviços, alimentação, moradia e entretenimento.

Dos três pontos de prevalência abordados neste artigo, este é o que requer mais melhoria na quantidade e variedade. Isso demonstra que é nesse ecossistema da economia local onde se demandam mais oportunidades de negócios, e isso, sem contar que o Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão-IEMA ainda está em fase de construção.

A queda do setor industrial já não assusta mais ninguém em Coelho Neto. Os sentimentos são outros, pelo menos para o empreendedor com visão positiva, que é aquele que tem foco na solução e não no problema. Vivemos um tempo de oportunidades.

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