De repente, o legado de anos de defesa ininterruptas dos direitos dos servidores públicos são completamente emporcalhados. A partir de 2017, O SINTASP MCN (Sindicato dos Trabalhadores e Servidores da Micro Região de Coelho Neto) se entregou ao peleguismo, falta de coletivismo, e o que é pior, se tornou passivo na relação com o executivo.

Num passado não tão distante, o SINTASP agia de forma muito atuante, acampava nas praças, guerreava na justiça sem pestanejar, era engajado. Poucos sabem, mas durante algum tempo fomos a cidade que melhor remunerava professores municipais no país, isso tudo fruto de um sindicado intenso e atuante.

Quando o ex-presidente do “sintasp” foi para o outro lado do front, houve uma necessidade de arrumar algo constituído em couro, que é colocado sobre a sela, e permite uma cavalgada mais confortável.

Longe de Casa

A título de exemplo de peleguismo, servidores municipais com dois terços de férias atrasados, tiveram que recorrer ao Ministério Público Estadual para obter alguma resposta do executivo sobre esses atrasos. Tudo isso ocorria ao mesmo tempo que, o atual presidente do sindicato postava fotos em seu facebook marchando pelo direito de servidores públicos a quilômetros de Coelho Neto, numa conveniente cidade litorânea.

Deu B.O

Uma assembléia realizada em pleno estado de pandemia pelo (SINTASP-MCN), causou revolta em seus filiados. Vários boletins de ocorrência estão sendo formalizados contra o sindicato, e os motivos envolvem a divulgação obrigatória da assembleia feito em um jornal que não circula em Coelho Neto, o período inoportuno para aglomerar pessoas e a assinatura em ata de pessoas que sequer sabiam de tal assembleia.

Uma associada divulgou uma carta aberta afirmando que não participou de assembleia nenhuma, mesmo com seu nome constando na lista de presentes da ata da assembleia registrada em cartório. A associada registrou um boletim de ocorrência contra o sindicato, e o crime cometido foi o de falsidade ideológica com pena de 1(um) a 5 (cinco) anos, e multa, se o documento é público.

Nome de associada consta na lista de presença da assembleia, mas ela diz não ter participado

Este ano, escolhe-se através de votação uma nova diretoria para dirigir o sindicato. Com a maior parte dos servidores públicos associados sobrecarregados com os sentimentos de abandono e revolta, tudo se encaminha para o fim de um ciclo que já dura 18 anos. A mudança está nas mãos dos servidores.

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