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Editorial: O papel de uma oposição política competente

Na democracia, o papel da oposição é claro: fiscalizar a administração, os atos dos governantes, atuar como agente capaz de aperfeiçoar proposições de governo, ser catalisadora das demandas e insatisfações populares e, de certa forma, ajudar o governo a errar menos e administrar melhor, criticando, apontando equívocos e incongruências, destacando as consequências de desacertos e denunciando erros e omissões.

OPOSIÇÃO COMPETENTE

Oposição competente contribui para se alcançar o objetivo da ação política. Além disso, deve ser propositiva e apresentar caminhos diferentes dos atuais para garantir maior eficiência do setor público e possibilitar o constante crescimento do mesmo.

Toda oposição, via de regra, já foi situação, o que remete a lógica de que conhece bem os caminhos, sabe exatamente onde estão as falhas, brechas e chances. Discursava fácil nas tribunas, contribuía com propostas e projetos, não para governos, mas para a sociedade, não para a conveniência partidária ou pessoal, mas para representar com esmero aqueles que realmente interessam ao município, nosso povo mais necessitado. Logo, por qual motivo se tornar contra tudo isso em quanto oposição é algo bom para a democracia?

Aqui, não diferente do resto do país, nossa oposição não segue esses parâmetros; é sempre contra e faz oposição por oposição, sem linha definida e sem nenhuma intenção de desenvolver as ações do governo atual. O objetivo é único e exclusivamente criticar, piorar os quadros, fazer secretários de governo se perderem através da opinião pública.

Os representantes que se dizem oposição política em nosso município, andam tão desencontrados que atuam separadamente, baseados mais no interesse pessoal de se promover, do que no interesse comum.

PAPEL DO CIDADÃO

O fato de não poder apontar uma referência ou líder político que faz oposição construtiva em nosso município, remete preocupação. infelizmente, também demonstra nossa oposição como parte dessa oposição fora de moda e desatualizada que perdura pelo Brasil a fora.

Gostemos ou não de algum governo ou político, não é papel do cidadão utilizar argumentos injustos contra quem que quer seja. Para isso, devemos ter a consciência que argumentos vindos de referências políticas que nunca apontam soluções, criticam por criticar e agem de forma destrutiva o tempo todo, não podem ser justos de forma alguma.

Criticar governos e políticos é um direito de todos, faz parte do estado democrático de direito e da liberdade de expressão. Porém, os praticantes apenas do discurso da moralidade, já em fase terminal, não devem representar as lutas de ninguém, muito menos de quem leu este artigo e já não abre mão de evoluir o pensamento crítico sobre um assunto tão importante.

Exerça a sua visão e analise critica, jamais a dos outros.

Candidato em 2020: Esqueça tudo que sabe sobre campanhas eleitorais passadas

Seja para candidatura de vereador ou prefeito, esqueça tudo que sabe sobre campanhas eleitorais passadas. Diante de um novo contexto social e político instaurado para essa campanha 2020, insistir na repetição de métodos passados será algo facilmente ultrapassado por estratégias mais adequadas para o que estar por vir.

Uma campanha eleitoral vitoriosa depende de vários fatores. Do histórico, ideologia e propostas do candidato(a), à chapa, coligação e partido escolhido. Se recortamos as últimas duas campanhas municipais do país, podemos observar que novas variáveis foram agregadas a cada ano examinado. E isso, mudou completamente o modo de condução de cada campanhas.

Para este ano, a quantidade de novas variáveis chega a assustar, vejam abaixo:

  • A permissão para o uso de redes sociais
  • O fim financiamento eleitoral corporativo
  • A permissão para impulsionamento de conteúdos
  • A possibilidade de arrecadação de doações (pessoas físicas) pela internet
  • A definição do período da pré-campanha
  • O fim das coligações proporcionais
  • Às ondas de “fake news” as vésperas do dia da votação.

Se prender ao velho modelo de campanha é algo fadado ao fracasso, típico de candidatos que ainda não conseguiram compreender bem esse novo cenário já estabelecido para 2020. O foco na repetição de mensagens apenas no período eleitoral, basear-se somente na comunicação tradicional e naquele grande volume de recursos destinados a cabos eleitorais não será a estratégia adequado para esse novo contexto.

É preciso entender que o momento é outro. A cabeça do eleitor mudou, quer mais objetividade, menos pirotecnia. A comunicação mudou, precisa ser mais rápida, mais transparente. Os canais da comunicação com o eleitor mudaram, exigindo adequação de conteúdos para cada um deles.

Será impraticável, por exemplo, pensar que uma propaganda feita para a TV cause um impacto positivo em um eleitor que está no YouTube, no Facebook, no Instagram ou no WhatsApp, que demandam uma formatação diferente. O eleitor que está na frente da televisão é o mesmo que está na frente do celular, mas a expectativa dele a respeito do que vai encontrar é diferente em cada canal.

Comece a pensar em uma campanha como um grande campeonato, sabendo que haverá uma data final para ele entenda o quanto antes como agir diante desse novo cenário. Esteja preparado para esta disputa adquirindo conhecimento suficiente para saber planejar sua estratégia com antecedência, forme sua base de apoiadores, tenha bons parceiros e fique o quanto antes em condições de lidar com as situações adversas dessa eleição em 2020.


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