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Antônio Pires declara pré-candidatura e já fala em derrotar seu principal adversário

O atual vice-prefeito de Coelho Neto Antônio Pires (PCdoB) se tornou o terceiro pré-candidato declarado para as disputas eleitorais de 2020. Numa candidatura pelo mesmo partido do governador Flávio Dino, o PCdoB, o vice-prefeito precisa ainda conquistar o partido por completo. Desfortalecido após rompimento com o governo municipal, Pires falou que se articula para derrotar o prefeito Américo de Sousa (PT).

Utilizando-se de tom forte e confiante numa entrevista dada para um blogue, Pires fez o anuncio da sua pré-candidatura para prefeitura de Coelho Neto em 2020. Evocou nomes de representantes do seu partido (PCdoB) e governo do estado, todos como sendo parte integrante da sua musculatura política. Porém, foi comedido ao demonstrar que nomes como o do Presidente do Diretório Estadual do PCdoB no Maranhão, Márcio Jerry, ainda se diz desejoso em apoiá-lo devidamente ano que vem.

O presidente do PCdoB e aliado histórico do Governador Flávio Dino, Francisco Duduzinho, não fez parte dos nomes mencionados pelo pré-candidato. Em 2016, mesmo tendo sido apontado por Dino para compor a chapa de vice-prefeito de Américo de Sousa, Duduzinho acabou sendo trocado pelo peso político de Antônio Pires. Olhando por esse viés, não se sabe o quanto isso pode ter afetado as relações entre os dois comunistas, já que nunca mais foram vistos juntos desde o rompimento de Pires com o governo do PT.

Experiente e com um entendimento político tal como o de poucos, Pires se mantém com mandato desde quando entrou na política partidária. Todavia, segue desfortalecido após rompimento com o governo do qual ainda é vice-prefeito. Mas, nada impeditivo para articular com o que restou do seu grupo o objetivo de tentar derrotar o governo que ajudou eleger em 2016, o governo do atual Prefeito Américo de Sousa (PT).

Duarte Jr. lança aplicativo para povo opinar sobre o seu voto na Assembleia

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O deputado estadual Duarte Júnior (PC do B) anunciou, na sessão plenária desta terça-feira (6), o aplicativo Duarte Jr., com várias opções de interação da população com o deputado e coloca o eleitor no centro das decisões da Assembleia. O app é mais um meio para ficar por dentro de tudo que o deputado estadual Duarte Jr faz na Assembleia – e também para ajudar o parlamentar a decidir como votar nas sessões.

Gratuito, fácil de baixar e já disponível para os sistemas Android e iOS, o aplicativo Duarte Jr apresenta notificações diárias, com informações sobre as ações sociais e projetos de autoria do deputado. Na seção “Participe”, o deputado disponibiliza diariamente as propostas que serão votadas nas sessões plenárias e quem são os parlamentares que as protocolaram. Clicando nas propostas, você diz como gostaria que Duarte Jr votasse, clicando “sim”, “não” ou abstenção, e também pode enviar sua opinião sobre o projeto em questão.

“O aplicativo é mais uma ferramenta que incentiva a participação popular no processo de implementação de políticas públicas”, salienta Duarte Jr. “Além do projeto Deputado Em Sua Casa e audiências públicas nos bairros, agora é possível, por meio desta tecnologia, fazer com que as pessoas fiscalizem o meu mandato, opinem, participem, decidam sobre o meu voto e também denunciem problemas sociais ou ineficiência na administração pública, seja na esfera municipal ou estadual”, informa o deputado.

No App Duarte Jr, é possível enviar sugestões e denúncias sobre problemas em áreas como saúde, saneamento, segurança, iluminação pública e direitos do consumidor (especialidade do deputado), entre outras. O cidadão também tem acesso a notícias e vídeos, além de apostilas de Direito em PDF. “O diálogo é fundamental, é a base da democracia e, para que possamos tomar decisões cada vez mais justas e necessárias em prol da melhoria da qualidade de vida das pessoas, se faz necessário não nos trancarmos em bolhas e, para isso, o aplicativo é uma ferramenta fundamental.”, concluiu Duarte.

Fonte: Assecom/ Dep. Duarte Jr.

No seu projeto de retomada do consenso popular, Américo não esquece áreas historicamente esquecidas

ESTE ARTIGO CONTEMPLA

  • Ascensão do consenso popular do governo Américo de Sousa
  • Projeto Social Prefeitura na Comunidade
  • Áreas do campo recebem atenção mais uma vez

No geral, o período que decorre entre duas eleições políticas, há uma configuração em forma de curva no andamento do consenso popular para com os governos: depois de um estado de graça inicial, o consenso popular tende a diminuir progressivamente, até tocar o nível mais baixo e a meio mandato, para depois subir de novo no período de aproximação às eleições políticas seguintes.

O governo Américo pacientemente sabe dessa máxima, como sabe que está na hora de retomar o seu crescimento nessa curva de consenso popular.

IMPACTO SOCIAL

Depois de organizar suas estruturas administrativas e regular ações básicas corriqueiras, é chegada a hora de partir para o implemento de projetos que sustentem a retomada dos valores tão degradados pelos ataques da oposição política. Para isso, o governo petista está colocando em prática um projeto social criativo, capaz de gerar impacto nas áreas da inclusão social, atenção a saúde básica e estética pessoal, conscientização em diversos temas, infraestrutura, esporte, dentre outras.

Sua primeira edição já aconteceu, com diversas atividades sociais celebradas como vemos nas fotos abaixo.

O COMEÇO NO CAMPO

Para dar impulso ao novo ciclo que se aproxima, o governo implementa seu projeto social em áreas historicamente esquecidas pelas gestões anteriores, o campo. Prefeitura na Comunidade, pensado e moldado para gerar o maior impacto social possível e mudar o jeito em que os cidadãos avaliam o governo Américo, tem alcance extenso dentro do território coelhonetense.

Foram treze povoados impactados nessa primeira ação, com ativa participação da população que além de se envolver nas ações, puderam ser ouvidas por secretários, vereadores e o próprio Américo, sobre suas demandas mais urgentes.

A construção do consenso passa, pela capacidade de desenvolver um sistema de gestão das relações e políticas públicas eficazes. Num contexto em que os cidadãos-eleitores querem ser cada vez mais ouvidos e poder dar a sua opinião, um governo não pode limitar-se ao trabalho desenvolvido de portas fechadas. Américo de Sousa (13) acertou ao lançar um projeto social que envolve os cidadãos e, no fundo, demonstra atenção para com eles.

Nas eleições de 1982, aconteceu algo inédito: nenhum vereador de mandato foi reeleito em Coelho Neto

No Brasil, 1982 marcou o começo da redemocratização com a primeira eleição depois de 17 anos, a primeira eleição pluripartidária da história. Em Coelho Neto, acontecia algo inédito, a renovação por completa de todos os vereadores municipais. O que é mais interessante nesse fato histórico da nossa política, foi que os eleitores coelhonetenses fizeram uma espécie de campanha para isso acontecer.

O prefeito eleito em 1982 foi o conhecido Raimundo Guanabara do extinto Partido Democrático Social (PDS), onze vereadores assumiriam o legislativo. Inusitadamente nessa mesma eleição, o povo iniciou uma campanha para não eleger nenhum vereador de mandato, algo que serviu como reforço nos discursos do novos pretendentes. O resultado disso foi uma Câmara cem por cento renovada, dali em diante, isso nunca mais aconteceu.

Resultado das eleições de Coelho Neto – 1982 / Amplie para ver os nomes

Ontem dia 01 de Agosto (Quinta-Feira), a Câmara Municipal iniciou seus trabalhos legislativos. Mas, é possível observar na foto enviado por um leitor que houve um certo desinteresse da população com o início dos trabalhos Legislativos.

Foto Reprodução – Início dos trabalhos legislativos, 2º Semestre de 2019

Participe da enquete e dê sua opinião sobre a atuação dos nosso vereadores em Coelho Neto:

Ilson Baiano, listável até para vice de Américo de Sousa em 2020

Para as eleições de 2020 já podemos observar um movimento se intensificando nos bastidores políticos, o amadurecimento dos nomes que concorrerão na disputa pelo consenso popular. Sobre quem serão, sabe-se muito pouco ou apenas que: Américo de Sousa do (PT) vai disputar reeleição, Soliney Silva do (MDB) declarou publicamente que será um dos, e que Luís Serra do (PSD) definitivamente não colocará seu nome de forma direta no jogo eleitoral.

A questão é que, com os dois nomes mais notórios cada vez mais fora da disputa, um espaço se abre. Ideal para que nomes politicamente ativos como o do recente ex-candidato ao cargo de Deputado Estadual, Ilson Baiano, assuma de forma natural um encaixe pela oposição nesse espaço. Alinhado com o governo Flávio Dino (PCdoB) e atuando distante da estratégia de criticar todos para se promover, Ilson Baiano até mesmo faz seu nome listável nas opções de vice do petista Américo de Sousa.

Seria totalmente incoerente lutar contra o poder político do governador Flávio Dino, a quem apoiei quando fui candidato em 2018. Quero seguir alinhado com ele até quando for possível e viável para minhas pretensões em 2020.

Ilson Baiano (Civilidade)

Ilson Baiano tem se movimentado, procurando primeiro entender o contexto e o cenário político, juntando as informações básicas que usará para fazer sua tomada de decisão final. Decerto, já entende bem o tamanho do desafio que tem pela frente, sendo o maior deles ir contra a força de influência que o Governo Américo mantém sobre o Governo de Flávio Dino.

Sobre ser cogitado como vice do Américo em 2020, Ilson diz que a pergunta veio de uma pessoa do governo, que ele não sabe dizer o nível de aproximação dessa com o prefeito. “Vejo a pergunta como um pensamento que passou pela cabeça dessa pessoa. Acho cedo para mudar meus planos e disputar um cargo abaixo do que pretendo no ano que vem, mas são muitas forças envolvidas e a maior delas é a direção que o nosso governador vai decidir tomar”, relatou Ilson Baiano.

Após matéria da revista ÉPOCA, imagem política de Soliney fica a deriva

O Ministro Dias Toffolli, suspendeu todos os processos e inquéritos que utilizavam dados bancários compartilhados sem autorização da justiça e obtidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF. Uma matéria postada no site da revista ÉPOCA sobre a decisão do presidente do STF, usou a denúncia contra o ex-prefeito de Coelho Neto Soliney Silva, para exemplificar os diversos indícios de saques em quase 300 prefeituras do Brasil no valor de R$ 2 bilhões.

Apesar da decisão favorecer o ex-prefeito, pois suspende de vez o processo contra todos os investigados e inclusive ele, não o deixa em situação favorável no tocante a sua imagem política. Principalmente, por pretender voltar ao cargo no qual está sendo denunciado pela Procuradoria Regional da República – PGR, por ter supostamente desviado R$ 3,7 milhões entre 2009 e 2011.

Aos poucos Soliney vem deixando de ser conhecido por seu refinamento no trato político, e hoje se vê sendo sugado para dentro de um buraco negro político criado por ele. Por isso, nem mesmo é preciso oposição atacando o ex-prefeito para gerar o desgaste na sua imagem.

No momento em que Soliney Silva deveria subir no consenso popular, a tendência tem sido o contrário. Com a situação ficando cada vez mais fatigante, visto que quando as forças de coalisões do cenário político se deparam com falta de consenso popular tudo muda. Fazendo com que esses grupos comecem a questionar a solidez na candidatura anunciada pelo ex-prefeito.

A matéria definitivamente deixa um grande arranhão na imagem e na credibilidade da candidatura do Soliney nas eleições 2020. Prejudicando muito seu poder de atrair as coalisões (grupos de lideranças e políticos) que, definem as eleições.

Festejos de Santana Dividiu Opiniões, Mas Tradição e Cultura Religiosa Foram Mantidas

A configuração da nossa cultura e tradição católica religiosa nasceu junto com a fundação da Paróquia de Sant’Ana, em 1861. Porém, foi em um período bem mais recente que ganhamos um complemento nos Festejos de SantAna: o entretenimento com shows de bandas musicais sempre realizados em local mais afastado da igreja matriz, no Corredor da Alegria.

Só é preciso ter pouco mais de 30 anos para saber que, a cultura do entretenimento com shows de bandas no corredor da alegria é algo bem contemporâneo. Todavia, esse tipo de cultura não existem sem o uso de dinheiro público. Neste ano (2019), a Prefeitura Municipal de Coelho Neto resolveu não aplicar dinheiro dos cofres públicos nessa demanda.

No entendimento do governo municipal, reaplicar o dinheiro economizado com a suspensão dos shows na área da saúde pública, vai produzir resultados mais duradouros para nossa população.

OPINIÕES DIVIDIDAS

Alguns empresários acharam a iniciativa prejudicial para a economia do município, mas reconheceram que redirecionar o dinheiro economizado para a saúde do município é responsável e valoroso. Para os empresários do setor de entretenimento, a decisão do poder público em não fazer shows no corredor, veio como oportunidade para realizar seus próprios eventos.

Boa parte da população, principalmente a mais jovem, aproveitaram os entretimentos realizados pela iniciativa privada. Nas redes sociais, houveram algumas manifestações pontuais de apoio e contrárias à suspensão dos shows no corredor, mas nada muito barulhento como de costume.

A TRADIÇÃO E CULTURA DE SEMPRE

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Procissão de Sant’Ana – 2011

Assim como a um século e meio atrás, o que temos de mais tradicional e cultural no Festejos Religiosos de Sant’Ana foram devidamente mantidos como sempre. Durante os dez dias de festejos, tivemos nosso levantamento de mastro, leilões, missas diárias e por fim, a tradicional procissão de Sant’Ana pelas ruas de Coelho Neto.

Ao pé da igreja Matriz de Sant’Ana, o que nos é peculiar a fé e a tradição religiosa aconteceu como de costume — alheio a qualquer polêmica que tenta enfeiar a festa da nossa Padroeira.

Jair Bolsonaro está projetando Flávio Dino como liderança da esquerda

Já virou costume ver nosso atual presidente escorregando na própria língua quando ele fala de improviso. Bem recente, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) levantou uma nova polêmica e dessa vez os alvos foram os governadores do Nordeste com o povo nordestino.

No meio dessa polêmica bastante divulgada pela impressa de todo o país, um nome ganhou a projeção de opositor número um de Bolsonaro, o governdor do Maranhão Flávio Dino do (PCdoB). O presidente citou Dino como o pior de todos, em mais uma das suas asnices de improviso — ele fazia referência ao posicionamento ideológico e político contrário que o governador do partido comunista vem fazendo frente ao Social Liberalismo que o Executivo Federal se norteia.

Muito óbvio que o pior de todos os opositores do liberalismo teria que ser do partido Comunista do Brasil, e isso não é nada ruim para Flávio Dino.

Esquerda sem líderança viável

Como bom entendedor de Marketing Político posso afirmar que, a propensão de Flávio Dino para incomodar o presidente da república, esse representante da direita, chama muito a atenção da esquerda bem no momento que ela está mais órfã de liderança.

Ciro Gomes (PDT) e Addad (PT), forçaram ser esse líder da esquerda nas eleições passadas, mas não tiveram sucesso. Essa conjuntura de consenso na liderança da esquerda, Flávio Dino está próximo a alcançar de forma natural, moldada através da atenção que o atual Presidente da República Jair Bolsonaro, tem dado aos posicionamentos do governador maranhense.

Não é qualquer pior

Bolsonaro não esta expondo o nome de qualquer governador, ele expõe o nome de um populista e gestor testado, que fez o PIB do estado maranhense crescer 9,7% em 2018, dez vezes mais do que o nacional, ficando até mesmo acima do crescimento do PIB Chinês no mesmo ano. E por falar em China, Flávio Dino já atraiu investimentos chineses milionários no ramo da siderurgia e portuária, com geração de empregos na casa dos milhares.

Na educação alcançou números jamais vistos anteriormente, com crescimento também acima da média nacional graças ao seus investimentos em escolas modernas. Dino foi de 0 para 51 escolas de ensino integral funcionando regularmente na rede pública nos seus primeiros 4 anos de mandato, e já tem previsão para entregar mais 40 novas escolas do mesmo tipo ainda em 2019.

O governador maranhense também foi capaz de sustentar uma subida de 8 posições no IDEB do Ensino Médio em 2018, passando de 22º para 13º lugar no ranking nacional. Esses são alguns dos números mais notórios do pior de todos para Jair Bolsonaro.

Diferente do Presidente Bolsonaro, Flávio Dino é eminente no uso da dialética. Num raciocínio rápido, Flávio Dino fez uma declaração sobre toda essa polêmica que catapultou seu nome na mídia nacional:

“Não tenho medo de ditador, de subditador, de projeto de ditador”

Flávio Dino, Governador do Maranhão

E disse ainda que até mesmo no tempo da ditadura os governadores estaduais eram muito respeitados. Demonstrando o tamanho do desconhecimento que o Militar Presidente, Jair Bolsonaro tem com a própria história que tanto se orgulha em retumbar por aí.

Se Serra não for para a disputa em 2020, como fica a situação dos vereadores eleitos em seu palanque?

Trinta e nove por cento dos vereadores da Câmara Municipal de Coelho Neto vieram do palanque do ex-candidato Luís Serra (PSDB) em 2016, mesmo assim, antes de iniciar o mandato muitos deles optaram em conectar-se ao projeto de governo do futuro prefeito eleito, Américo de Sousa (PT). Era algo crucial para que o novo governo desenvolvesse suas ações com certa governabilidade.

Logo nos primeiros meses de legislatura, Luís Serra viu parte dos recentes correligionários apoiando uma causa em seu desfavor, a desapropriação de um de seus imóveis. Sem acreditar no que via, teve que rever sua relação de amizade e política com cada um deles, como consequência disso, os mesmos também perderam recursos humanos de dentro da coligação que sustentou suas eleições no ano anterior.

APOIO NA ESTACA ZERO

Grupos de lideranças como o G6 e o G20 (Novo G6), já estão se remodelando para as eleições que se aproximam. Cada um dos dois grupos em formação têm como critério principal, não aceitar nenhum vereador de mandato em suas composições. Nem que para isso, tenham que escolher um partido fora do alcance de qualquer vereador de mandato.

Do grupo eleito com ajuda do Luís Serra, apenas Ricardo Chaves (Civilidade) se manteve coerente e posicionado no mesmo lugar sem oscilar. Sendo assim, o único que não passará pelo desgaste de uma mudança de partido ou grupo, simplesmente por não ter abandonado suas bases. A rejeição dos demais dentro do antigo grupo forçará a montagem de novos grupos de apoios, se não, uma submissão aos grupos que os aceitarem nas suas condições.

FORTALECIMENTO PETISTA

O Partido dos Trabalhadores (PT) é a opção mais inteligente para esses dissidentes, já que não irão conseguir espaço em seus antigos grupos. Apesar de terem vindos da oposição política, nomes como o do vereador Luís Ramos (PSD), têm suas atuações diretamente ligadas ao governo Américo. Portanto, será fatalmente perigoso para ele, assim como qualquer um que veio do grupo do Luís Serra, assumir posicionamento de oposição contra o PT depois de ter defendido e apoiado o mesmo desde o início dos seus mandatos.

Américo de Sousa sabe muito bem que os vereadores que compõem sua base na Câmara terão boas chances de reeleição ficando ao seu lado em 2020, e não deixará escapar nenhum deles, com a simples estratégia de fortalecer a sua base de votos.

Cúpula do PSDB discute expulsão de Aécio Neves

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A cúpula do PSDB quer que o deputado federal Aécio Neves(MG) e outros tucanos na mira da Polícia Federal (PF) se licenciem do partido até agosto. O partido discute até a expulsão de Aécio mas, segundo o blog apurou, o comando do partido tem a expectativa de que o deputado se antecipe e se afaste do partido para que a medida mais “traumática” – a expulsão – não seja necessária.

O PSDB, agora sob o comando do ex-deputado federal e ex-ministro Bruno Araújo (PE), tem articulado para “repaginar” a imagem da sigla, que tem entre seus caciques o governador de São Paulo, João Doria.

Doria nega publicamente, mas já pavimenta candidatura à sucessão presidencial em 2022. Por isso, seu grupo trabalha para afastar políticos investigados do partido, numa tentativa de “blindar” a sigla. A movimentação para expulsar Aécio, revelada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, inclui também outros investigados, como Beto Richa, ex-governador do Paraná.

Na semana passada, Aécio Neves virou réu na Justiça Federal de São Paulo por corrupção e obstrução à Justiça, acusado de tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato. O empresário Joesley Batista afirma ter pago propina de R$ 2 milhões ao deputado e sua irmã em 2017.

A defesa do deputado diz que não é fato novo e que vai provar que Aécio foi vítima de ação criminosa.

Fonte: G1 Globo / g1.globo.com

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