Vejam a que ponto chegamos com essa gestão, temos um empreendedor coelhonetense pedindo ajuda para se defender de quem deveria ser seu maior parceiro, o Prefeito Municipal. Desde quando assumiu a prefeitura, o gestor mudou sua fala de campanha com os empresários, nunca foi parceiro de nenhum. O empresário que está sendo processado é Matusalém Andrade, Américo de Sousa (PT) pede R$ 30 mil reais em indenização.

O Prefeito Américo é bastante conhecido pela atuação enérgica enquanto radialista. No cargo de prefeito há apenas 3 anos e meio, sua maior atuação política se resume no que fez no passado durante mais de 20 da sua vida: criticar todos os governos antecedentes ao seu. Hoje como gestor mostra não suportar criticas, e processa todos aqueles inspirados no que ele mesmo fez no passado.

Matusalém, o coelhonetense processado, tem obtido apoio popular nas mesmas mídias que utilizou para divulgar seu apelo.

Desde quando começou a receber dinheiro para combater e amenizar os efeitos da pandemia de covid 19, Américo adquiriu milhares de cestas básicas sem a necessidade de licitação. Nenhuma dessas comprada de empresários coelhonetenses, para Américo sua obrigação legal com o pagamento do funcionalismo público basta para ajudar os empresários locais.

Presentemente Américo se voltou contra um popular, fez isso com a justificativa rala de ter sido atacado de forma vigorosa com criticas, (repetindo) resumo do que mais fez na vida. Um comportamento similar ao de pessoas hipócritas, agindo sob desespero e falta de inteligência emocional.

O prefeito deve lembrar que no inicio da pandemia, usando de informações falsas emitidas por um de seus amigos blogueiros ele crucificou em TV aberta a imagem do empresário Ilson Baiano. Mesmo assim, de cabeça leve e sem desespero nenhum Ilson Baiano não processou o prefeito pela falta de responsabilidade ao usar falsas informações e por expor uma pessoa com uma enfermidade tão contagiosa em mídia de massa.

Américo de Sousa tem se tornado o próprio inimigo político, autossuficiente no desgaste e beneficiador número um da oposição.

Se voltar contra o próprio povo com a justificativa de ter sofrido críticas é um tiro no pé, algo negativo demais para alguém que sonha em obter o máximo de apoio popular até o início de novembro.

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