Os profissionais da área da saúde devem seguir protocolos padrões de atendimento a pacientes com suspeita ou caso confirmados de coronavírus (COVID-19). E para isso necessitam de equipamentos de proteção, os famosos EPI´s. “Acontece que a pandemia aumentou o consumo desses equipamentos, apesar disso, temos sangue no olho, e nós profissionais da saúde não desistimos desse enfrentamento”, diz Doutor Sampaio

Com a pandemia, a escassez desse material tornou-se generalizada. China, Europa, EUA também sofreram (e ainda sofrem) com o mesmo problema. Apesar disso o Ministério da Saúde tem buscado fornecedores para reforçar o apoio dado aos Estados e Municípios.

Diante toda essa dificuldade enfrentada para conseguir os equipamentos de proteção, as unidades de saúde, que estejam no combate direto ou não contra o Coronavírus, deverão dar todo o suporte necessário para que seus profissionais possam trabalhar com segurança.

“Estamos diante de um grande desafio, manter-se na linha de frente dessa crise faz parte da minha vida e da vida dos meus colegas de profissão. Sinto muito orgulho deles, pois não desistem da luta mesmo com os perigos que todos nós corremos.”

Doutor Sampaio

Doutor Sampaio fez uma obervação sobre a reclamações dos seus colegas de profissão, os agentes de saúde de Coelho Neto.

O médico disse que é dever do poder público fornecer EPI’s de qualidade para todos os profissionais da saúde, e que os equipamentos que os agentes de saúde de Coelho Neto dizem ter recebidos da prefeitura de Coelho Neto são insuficientes, e os expõem ao risco iminente de contaminação.

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