Considerado por um blogue o fiel da balança, nas eleições municipais de 2020, o ex-prefeito Soliney Silva (MDB) fica a cada dia mais fora da disputa eleitoral. Ano passado (2018), o ex-prefeito usou liminar concedida pela justiça para ser capaz de disputar sua provável última eleição. Como resultado final dessa disputa: débitos com milhares de cabos eleitorais e a reprovação das contas eleitorais oriundas dessa campanha.

Após algumas das suas prestações de contas como prefeito terem sido reprovadas pela Câmara Municipal de Coelho Neto, Soliney Silva foi involuntariamente enquadrado pela Lei da Ficha Limpa como um político inelegível. A fim de manter o nome vivo até a eleição municipal de 2020, o ex-gestor teve que disputar em 2018 utilizando artifícios legais que lei lhe permitiu.

Decisão do TRE MA

Apesar de ser muito cuidadoso, em decisão unanime o ex-prefeito teve suas contas eleitorais reprovadas pelo TRE MA. Caso essa situação não possa sofrer reversão, e provavelmente não irá, Soliney estará definitivamente fora das disputas eleitorais por um longo período. Ainda pela frente, Soliney tem dois grandes estorvos mais aparentes.

O primeiro, é a frágil garantia na manutenção dos efeitos da liminar que o garantiu disputar a última eleição para deputado estadual em 2018. Existe uma enorme possibilidade dessa perder os efeitos a qualquer momento.

O segundo, é que não podemos esquecer que recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF) votou a favor do compartilhamento irrestrito de informações de órgãos de fiscalização financeira com o Ministério Público, liberando assim mais de 700 investigações que estavam suspensas pelo próprio STF. Entre elas, a denúncia contra Soliney por ter supostamente desviado R$ 3,7 milhões entre 2009 e 2011, com saques que foram parar nas contas dele, seus familiares e de mais dois empresários.

Link da decisão : Clique aqui

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