Definitivamente a candidatura de Soliney Silva (MDB) já dá indicações evidentes que será a mais frágil. Em 2018, o ex-prefeito teve que disputar a campanha para Deputado Estadual utilizando o sub judice relativo a processo que ainda será analisado pelo juiz responsável pelo caso. A estratégia começa com um blefe de manter seu nome no cenário para no último minuto trocar o candidato, que nesse caso poderá ser seu filho. Uma estratégia usada em 2008 com seu vice-prefeito, Sergio Guanabara.

A investigação, pela Procuradoria Regional da República – PGR, por desfio de recursos públicos, desaprovação de algumas contas de gestão e a recente desaprovação da prestação de contas de sua última disputa como Deputado Estadual, coloca o ex-prefeito Soliney como o único que pode morrer na praia ainda na pré-campanha. Soliney só é mais esperto do que a também inelegível e ex-prefeita Márcia Bacelar, se valendo das brechas na justiça para temporariamente se manter apto nas disputas eleitorais.

Quem não lembra do episódio da troca de vice-prefeito em 2008, no último minuto possível da campanha, Guanabara que na época também era inelegível foi trocado pelo filho, Sergio Guanabara. Como um ator digno de Oscar, o inelegível subia em palanque, vibrava, discursava e fazia visitas aos eleitores com anúncios de pompa: nosso vice-prefeito é o Guanabara.

Para quem inaugurou no fim de seu primeiro mandato 05 baldrames de creches, pelo menos 04 escolas e 04 UBS (unidade básicas de saúde) e mesmo depois de reeleito não ter completado 10% dessas obras, começar 2020 jogando a velha tática da ilusão já aponta o lado teatral das campanhas de 2020.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui